domingo, 8 de abril de 2012

Igreja Perseguida - Ore pelos cristãos do Sudão


Por Mário Freitas - Fonte Lagoinha.com e  Mais no Mundo
Mário Freitas é presidente da MAIS – Missão em Apoio à Igreja Sofredora – que trabalha apoiando a igreja global.

A Perseguição no Sudão




Nos últimos meses o mundo tem falado e ouvido falar do Sudão. Com o surgimento do filme REDENÇÃO, estrelado por Gerard Butler, narrando a história do pastor americano Sam Childers, que trabalhou lutando contra as tropas de Joseph Kony no extremo sul do Sudão e no Norte de Uganda, o tema tomou novas proporcões. Em seguida, o movimento INVISIBLE CHILDREN lançou na internet, também por meio de vídeo, a campanha #StopKony, que dominou as redes sociais e também enalteceu o tema. Estrelas como George Clooney usam de sua influência para despertar o mundo a conhecer a dor dos sudaneses. É indiscutivelmente nobre, pois centenas de milhares de mortes passam a ser do conhecimento geral do ocidente, e novas mortes passam a poder ser evitadas.
Desde ontem, 3 de abril, estou no Sudão. Nossa organização tem trabalhado apoiando a igreja cristã do Sudão, principalmente após a emancipação do Sudão do Sul, ocorrida em 9 de julho de 2011. Na ocasião, eu também estava aqui. Lembro-me que a tensão foi geral quando o presidente Al Bashir declarou que, com o surgimento do novo Estado, os cristãos deveriam migrar para o sul, pois o Sudão tornar-se-ia um país de “uma só língua, uma só cultura e uma só religião”. Por isso, diferindo da tendência geral do mundo nesse momento, nosso coração firmou-se em auxiliar cristãos do extremo norte. Regiões como Nuba e Darfour pertencem ao norte, e ainda fazem parte do Sudão original. E mesmo na capital Khartoum, as coisas não andam fáceis para a igreja cristã.
Sudão - sudanesas
Agora, a tensão se fortaleceu, pois há poucos dias o presidente determinou um prazo para que a referida migração coletiva aconteça: até 8 de abril. Pastores sudaneses tentam encontrar a linha emocional correta entre a fé e o desespero. Na verdade, ninguém sabe como serão os próximos dias. Não sabem se os filhos poderão seguir normalmente na escola. Não sabem se as esposas estarão em segurança nas ruas e nos mercados. Não sabem como e onde estarão os irmãos de fé.

Alguém chegou a questionar por que eles não iriam para o Sudão do Sul, se lá gozariam de maior segurança. As razões são três. Primeiro, todo processo migratório coletivo é extremamente difícil. Os preços no sul aumentaram absurdamente, após a emancipação do país. Há muitos estrangeiros, funcionários de organizações humanitárias, diplomatas e negociantes, o que também inflaciona. Se todos vão para o mesmo lugar, é natural que se gere concorrência naquele destino.
Segundo, a questão do vínculo afetivo é importante. Muitos cristãos pertencem etnicamente ao Sul, por serem filhos de tribos daquela região, mas nasceram e cresceram no norte. Têm uma vida aqui em Khartoum. É aqui que seus sonhos foram gestados, aqui estudaram, aqui conheceram seus cônjuges. Não querem sair de casa porque estão em casa.
Por último, o motivo que poucos entendem: há toda uma questão étnica em jogo. Muitos cristãos do norte são árabes – não são originários de raças tribais negras, do sul do Sudão. Eles são ex-muçulmanos convertidos ao cristianismo, o que constitui, por si só, um crime mortal. Esses irmãos não podem se identificar no norte, mas não teriam espaço no sul, pois são naturais do norte, do país que tem sido historicamente o opressor.
Conversando com pastores sudaneses ontem à noite, enquanto jantávamos, perguntei sobre o prazo de 8 de abril. É dia de páscoa.
“Essa páscoa será diferente, pois 8 de abril os cristãos serão forçados a deixar o país. Mas na Bíblia, páscoa é libertação. Nós vamos ficar. Só Cristo pode nos tirar daqui” – declarou I.O.
Nessa páscoa, lembre-se do Gólgota, do sacrifício, e do evangelho que, à semelhança das nossas raízes, alguns ainda têm vivido. É tenso o clima, mas a igreja sofredora segue triunfante. Nas palavras do meu mestre Osmar Ludovico, “na cruz se morre, mas em pé e olhando para a frente”. Deus esteja.
#FreeSudan

A Páscoa - Desvendando o Original


“Chamou, pois, Moisés todos os anciãos de Israel, e disse-lhes: Ide e tomai-vos cordeiros segundo as vossas famílias, e imolai a páscoa”. (Êxodo 12.21)



A Páscoa é a mais famosa das festas judaicas, e também uma das mais importantes do calendário cristão. É evidente que a celebração judaica sofreu transformações ao longo do tempo, e a festa cristã em muito se distingue de sua versão judaica. Analisando texto hebraico, faremos uma viagem pela cultura e pela língua por meio da qual este evento foi instituído e perpetuado.
A palavra hebraica para páscoa é “pesach”, que significa “isenção”. Esse termo traz à memória, por exemplo, a “isenção fiscal”, quando uma pessoa é liberada de pagar um tributo. Em Romanos 6.23 lemos que “o salário do pecado é a morte”, ou seja, todos que pecaram deveriam morrer. Assim, os judeus que se encontravam no Egito também eram réus de morte e alvos do ataque do anjo da morte. Todavia, o mesmo versículo 23 de Romanos 6 nos dá esperança: “Mas o dom gratuito de Deus é a vida eterna em Cristo Jesus nosso Senhor”. João Batista, ao ver Jesus, anunciou que este era o “cordeiro de Deus que tira o pecado do mundo” (João 1.29). Aqueles que no Egito tomaram posse do sangue do cordeiro de Deus tornaram-se “isentos” de pagar o preço do pecado com a morte de seus filhos primogênitos.
A palavra “pesach” vem de “pasach”, que significa “pular”, ou “passar por cima”, que é a tradução literal da palavra inglesa para páscoa, “passover”. O anjo da morte “passou adiante” das casas cujos umbrais das portas foram sinalizados com o sangue do cordeiro. Esse é o mesmo livramento que nos foi concedido por Cristo, que nos livrou da morte e nos deu vida, e vida em abundância (João 10.10).
O interessante é que a palavra “pesach” está diretamente relacionada com a palavra “pisseach”, que significa “manco” ou “coxo”, pois remete à pessoa que “puxa” ou “pula” uma perna. Dessa maneira, quando lemos em Êxodo 12.21 que o povo deveria “imolar a páscoa”, podemos traduzir como “imolar o coxo”. Nesse momento, nos lembramos de um personagem muito especial da Bíblia: Jacó. Quando retornava para sua terra natal, Jacó foi surpreendido por um anjo que lutou com ele. Em Gênesis 32.25, lemos que, quando o anjo viu que não prevalecia contra Jacó, este “tocou-lhe a juntura da coxa, e se deslocou a juntura da coxa de Jacó, enquanto lutava com ele”. Desde aquele dia, Jacó (agora Israel), passou a mancar de uma perna, tornando-se coxo. Dessa maneira, “imolar o coxo” pode ser interpretado como “imolar Jacó”, “sacrificar Jacó”. Mas o cordeiro sacarificado na páscoa deveria ser perfeito, sem mancha nem mácula.
Como seria sacrificar o coxo?
Nesse momento temos uma mudança radical de perspectiva, pois no Antigo Testamento o coxo era uma pessoa amaldiçoada e rejeitada, e nenhum animal coxo poderia ser sacrificado a Deus e nenhum coxo poderia entrar na presença de Deus. Em Levítico 21.18, por exemplo, lemos que “nenhum homem que tiver algum defeito se chegará: como homem cego, ou coxo (pisseach), ou de nariz chato, ou de membros demasiadamente compridos”.
Em Deuteronômio 15.21, lemos que se o animal a ser sacrificado tivesse algum defeito, sendo coxo (pisseach), cego ou tivesse qualquer outra deformidade, este não deveria ser entregue ao Senhor. O profeta Malaquias, por sua vez, anuncia a indignação de Deus com algumas pessoas que estavam sacrificando animais coxos, o que era inaceitável (Malaquias 1.13). Na páscoa, nenhum animal coxo ou manco poderia ser entregue a Deus.
Concluímos, portanto, que Jacó deveria ser rejeitado? Sim, o velho homem Jacó, o enganador e usurpador, deve ser deixado para trás. Jacó parece ter dado ouvido a um ensinamento divino: “Se, pois, a tua mão ou o teu pé te fizer tropeçar, corta-o, lança-o de ti; melhor te é entrar na vida aleijado, ou coxo, do que, tendo duas mãos ou dois pés, ser lançado no fogo eterno” (Mateus 18.8). Jacó foi feito coxo, pois era a sua perna que o fazia tropeçar (Jacó significa “calcanhar” ou “enganador”). Ele lançou fora aquilo que o fazia tropeçar e entrou na vida. Ele abdicou de sua desenvoltura, de sua destreza no andar e no correr, mas alcançou a aprovação de Deus.
A fim de tomar posse do sacrifício do Cordeiro da Páscoa que nos livra da morte, devemos, assim como fez Jacó, abandonar o “velho homem” e assumir uma nova postura perante o Senhor. Nesse momento, Deus irá dar nova vida ao coxo, pois ele mesmo prometeu: “Então o coxo saltará como o cervo, e a língua do mudo cantará de alegria; porque águas arrebentarão no deserto e ribeiros no ermo.” (Isaías 35.6). Ou como lemos em Hebreus 12.13: “E fazei veredas direitas para os vossos pés, para que o que é manco não se desvie, antes seja curado”. Jesus é nossa páscoa (1 Coríntios 5.7), nosso livramento da morte, poderoso para curar o coxo e levantar o caído.
Jacó foi curado no momento de sua luta com o anjo. Ele reconheceu sua condição pecadora e se humilhou na presença de Deus. Jacó, que nasceu segurando o calcanhar de seu irmão, e posteriormente usurpou a bênção que pertencia a Esaú, e tentou sempre “enganar”, ou seja, “puxar a perna” dos outros, tem agora a sua perna puxada e danifica por uma ação divina. Isso o “esvaziou” de toda vaidade e o deixou preparado para receber a cura.
É interessante observar que a luta de Jacó com o anjo ocorreu no “vau de Jaboque” (Gênesis 32.22). A palavra “Jaboque” é, em hebraico, “yabboq”, que significa “brotar”. Naquele local, a causa das desventuras de Jacó brotou, tornou-se manifesta, o que facilitou sua libertação desse mal. Lá, Jacó teve seu pecado perdoado, assumiu o sacrifício do cordeiro pascal e foi liberto da morte, já que seu irmão Esaú intentava matá-lo.
Além disso, cabe observar que a palavra “yabboq” vem de “baqaq”, que significa “luta” ou “vazio”. Ou seja, nesse momento de luta, Jacó esvaziou-se de toda sua vaidade e arrogância, e assumiu forma de servo, permitindo que Deus nele fizesse morada, como na passagem de Filipenses 2.5-8, que diz: “Tende em vós aquele sentimento que houve também em Cristo Jesus, o qual, subsistindo em forma de Deus, não considerou o ser igual a Deus coisa a que se devia aferrar, mas esvaziou-se a si mesmo, tomando a forma de servo, tornando-se semelhante aos homens; achado na forma de homem, humilhou-se a si mesmo, tornando-se obediente até a morte, e morte de cruz.” Ao esvaziar-se na luta, Jacó jogou fora o velho homem e entregou a Deus uma nova vida, agora imaculada como o cordeiro da Páscoa.
Por fim, voltamos ao versículo de Êxodo 12.21, quando Moisés afirma que cada família deveria “imolar a páscoa”. A palavra “imolar” é, em hebraico, “shachat”, cuja raiz “shach” significa “jogar no poço”. Um dos filhos de Jacó, José, foi jogado no poço por seus próprios irmãos. Ele foi lançado à morte pelos seus próprios parentes. Mas aprouve a Deus livrá-lo da morte, assim como aconteceu com nosso Senhor, nosso Cordeiro, que foi entregue à morte, mas trazido de volta à vida pelo poder de Deus.
Todo aquele que invocar o sangue do Cordeiro da Páscoa, poderoso para tirar o pecado do mundo, será livre da morte assim como o foram aqueles que, no Egito, obedeceram à ordem divina e tomaram posse da salvação pelo sangue do Cordeiro.
Escrito por Daniel Lopez
Fonte Lagoinha.com

domingo, 18 de março de 2012

Sem Perder o Foco


“A outro disse Jesus: Segue-me! Ele, porém, respondeu: Permita-me ir primeiro sepultar o meu pai. Mas Jesus insistiu: Deixa os mortos a sepultar os seus próprios mortos. Tu, porém, vai e prega o reino de Deus” (Lucas 9.59-60 / RA).

 Neste texto, vemos Jesus chamando alguém para segui-lo: “SEGUE-ME”. O texto não fala se eles se conheciam há muitos dias ou se tinham acabado de se encontrar, o que sabemos é que não foi o discípulo que chamou o Mestre, mas o Mestre que chamou o discípulo.
Jesus declara aos seus discípulos: “Não fostes vós que me escolhestes a mim; pelo contrário, eu vos escolhi a vós outros e vos designei para que vades e deis fruto, e o vosso fruto permaneça…” (João 15.16). Ele nos chama assumindo a responsabilidade total sobre nossas vidas.
Alguém chamado por Deus não vive mais pelos seus próprios recursos e sim pelos daquele que o arregimentou (Fl 4.19).
Alguém chamado não vive mais para os seus próprios propósitos. Suas prioridades mudam, suas escolhas, suas crenças pessoais e até mesmo o seu foco. Mas o interessante é que quando Jesus chama-o, o discípulo diz: “Permita-me ir primeiro sepultar meu pai”. Essa é uma típica justificativa que fazemos enquanto recebemos uma Palavra que requer obediência. Você já fez isso alguma fez?  Por trás dessas palavras estamos dizendo ao Senhor Jesus que até topamos segui-lo, mas “deixa-nos primeiro resolver os nossos próprios problemas para depois poder entender ao seu chamado”. Com isso deixamos de confiar na Sua provisão e quão poderoso é Aquele que nos chamou. Lembre-se depois de um problema que resolvemos sempre haverá outro para resolver, mas quando priorizamos a Sua Palavra Ele prioriza resolver os nossos problemas.
Graças a Deus Ele não deixa o nosso foco ser perdido. Com uma Palavra direta Ele completa: “Tu, porém, vai e prega o reino de Deus”.
Se você está sendo chamado para mais perto de Deus e se disponibilizando ao Senhor e à Sua vontade, tenho por certo que esse foco também está sendo gerado em teu coração.
“TU, PORÉM, VAI E PREGA O REINO DE DEUS” - Lucas 9.60

Escrito por Gustavo Poubel
Fonte aqui

quarta-feira, 14 de março de 2012

A Arca da Aliança


Hebreus 9.1-4 Ora, também a primeira tinha ordenanças de culto divino, e um santuário terrestre. Porque um tabernáculo estava preparado, o primeiro, em que havia o candelabro, e a mesa, e os pães da proposição; ao que se chama o santuário. Mas depois do segundo véu estava o tabernáculo que se chama o santo dos santos. Que tinha o incensário de ouro, e a arca da aliança, coberta de ouro toda em redor; em que estava um vaso de ouro, que continha o maná, e a vara de Arão, que tinha florescido, e as tábuas da aliança;”



Deus ordenou a Moisés que fizesse um tabernáculo no deserto. Aquela foi a primeira representação terrena do que poderíamos chamar de "casa de Deus". Ali seriam realizados os cultos ao Senhor. Era no tabernáculo que se faziam os sacrifícios e as orações sacerdotais. No seu interior estava, entre diversos utensílios, a Arca da Aliança, que era um móvel de madeira, revestido com ouro puro. Sobre ela estava o propiciatório, uma espécie de tampa em forma de coroa, também de ouro. Sobre essa peça havia dois querubins de ouro batido, colocados um de frente para o outro e com suas asas estendidas sobre a arca. Dentro dela foram colocados: um vaso com maná, as tábuas da lei e a vara florescida de Aarão.

Enquanto que nos templos pagãos havia imagens dos falsos deuses, no tabernáculo israelita havia a arca, que representava a presença de Deus.

Hoje, não existe mais um tabernáculo no deserto, nem um templo de pedras onde Deus possa habitar. O apóstolo Paulo escreveu aos coríntios, dizendo que os cristãos são tabernáculos e templos do Senhor. (1Co 3.16 e 2Co 5.1-4). Todas as pessoas são, potencialmente, tabernáculos de Deus. Mas muitas são tabernáculos vazios, pois não possuem a arca, não possuem a presença de Deus em seus corações. O que seria do tabernáculo de Moisés no deserto sem a arca da aliança? Talvez pudesse ser confundido com um circo ou com uma tenda qualquer. É a arca que faz a diferença. É a presença de Deus em nós que justifica nossa existência e dá sentido à nossa vida.

Os objetos colocados no interior da arca nos fazem refletir sobre o que deve haver no nosso interior:

O maná - Este foi o alimento que Deus enviou para o povo no deserto, ao qual chamavam de "pão do céu". No evangelho de João, capítulo 6, o próprio Jesus se compara ao maná, dizendo: "Eu sou o pão que desceu do céu." Para que a presença de Deus possa estar na vida de qualquer pessoa, o primeiro passo é receber o Senhor Jesus como Salvador. Não existe outra maneira de se estabelecer a aliança com Deus. Não há nada que alguém possa fazer para se aproximar de Deus, a não ser por meio de Jesus Cristo. Assim como o maná sustentou o povo no deserto, Jesus é o sustento para as nossas almas. Só nele a alma humana encontra sua plena satisfação.

A lei - As tábuas da lei foram colocadas dentro da arca porque os mandamentos constituíam o regulamento da aliança de Deus com Israel. A lei é a Palavra de Deus. Se já recebemos a Cristo em nossos corações, nossa próxima providência deve ser a busca do conhecimento da Palavra de Deus, a Bíblia Sagrada. Como escreveu Paulo: "A Palavra de Cristo habite abundantemente em vossos corações". (Col. 3.16).

A vara de Aarão - Essa vara era um pedaço de pau, galho da amendoeira, usado, provavelmente, para conduzir o rebanho. Quando Deus quis dar um sinal ao povo, fez com que a vara de Aarão, aquela madeira seca e velha, produzisse brotos, flores e frutos. Isso é extraordinário! Qual o significado da vara de Aarão para nós? Poder de Deus, ação do Espírito Santo, de maneira que o impossível acontece e maravilhas se realizam. É o poder da ressurreição. Aleluia! O sinal da vara de Aarão nos mostra a ação de Deus quando já se pensa que é tarde demais. Se já recebemos o Senhor Jesus e já temos adquirido o conhecimento da Palavra de Deus, busquemos ainda o batismo e o enchimento do Espírito Santo. Dessa forma, nossa vida cristã não se resumirá em fé e palavras, mas em manifestação do poder de Deus.

Notamos então que esses elementos contidos na arca da aliança nos mostram o que é necessário para que tenhamos a presença de Deus em nós e para que essa presença atue em plenitude nas nossas vidas, de maneira que nossa existência floresça e dê fruto.

Tudo isso estava dentro da arca. São experiências, conhecimentos e compromissos interiores. É a presença do Deus invisível no recôndito do nosso espírito. A vida cristã é, antes de tudo, algo interior. É como a vida que se encontra escondida dentro de uma semente. A princípio, pode não ser valorizada nem reconhecida. O cristianismo não se firma sobre aparências exteriores. Suas bases estão profundamente arraigadas no âmago das nossas almas. Contudo, sua essência não ficará restrita aos limites íntimos de cada um. A presença de Deus, embora espiritual e invisível, transcende os limiares do coração, e se manifesta nos frutos do Espírito no nosso modo de viver. A semente se rompe e a vida se revela, uma vez que não pode ser contida.
Que tenhamos em nós toda a plenitude de Deus. Que sejamos santuários cheios da glória celestial. Sendo assim, o poder de Deus se manifestará e todos saberão que o Deus verdadeiro habita no meio do seu povo. Amém.

Escrito por Pastor Álvaro Neto

sábado, 3 de março de 2012

Um Coração Humilde


2Reis 20.4,5 "Sucedeu, pois, que, não havendo Isaías ainda saído do meio do pátio, veio a ele a palavra do Senhor, dizendo: Volta e dize a Ezequias, chefe do meu povo: Assim diz o Senhor, Deus de Davi, teu pai: ouvi a tua oração e vi as tuas lágrimas; eis que eu te sararei...".


Muitas vezes Deus nos faz passar por adversidades para aprendermos a depender dEle e a ter um coração mais quebrantado.

Ezequias havia recebido o aviso de que teria de pôr a sua casa em ordem, pois morreria. Imediatamente aquele rei de Israel virou-se para a parede e chorou muitíssimo, implorando a misericórdia do Senhor.

E o Senhor ouviu a sua humilde oração e lhe deu mais 15 anos de vida.

Você quer receber a bênção da longevidade, como aconteceu ao rei Ezequias? quer que as suas orações sejam respondidas? Então reconheça a soberania de Deus e aproveite este dia para orar com fé, humildade, quebrantamento e lágrimas, confessando as suas falhas diante do Senhor.

Ore com um coração quebrantado e humilde. Você é capaz de fazer com que Deus mude o propósito dEle para a sua vida. O que aconteceu a Ezequias prova que Deus não olha as aparências, mas, acima de tudo, o coração do homem. O coração daquele rei de Israel era perfeito diante de Deus (2Reis 20.3).

Não pare de rogar as bênçãos de Deus. Lute para superar todos os sentimentos de amargura, desça do seu ego e procure fazer a vontade do Senhor. Se você se mantiver humilde, alcançará a vitória em Cristo Jesus.

"A melhor maneira de veres a luz divina é apagando a tua própria vela" - Francis Quarles
Escrito por Pastor Álvaro Neto

quinta-feira, 1 de março de 2012

Herança em Família


Efésios 6.1-4 "Vós, filhos, sede obedientes a vossos pais no Senhor, porque isto é justo. Honra a teu pai e tua mãe, que é o primeiro mandamento com promessa, para que te vá bem, e vivas muito tempo sobre a terra".



A família é a célula mãe da sociedade, a mais importante agência socializadora.
Ela transfere para os filhos a herança biológica, psicológica, cultural e espiritual, e está sob a responsabilidade direta dos pais. Porém, existem diversos tipos de pais que se destacam por sua conduta reprovável.

Existem os pais rejeitadores, preconceituosos quanto ao sexo da criança, que acham que o filho nasceu no momento errado e os que odeiam a criança por ela fazer lembrar alguém não desejado. Existem também os pais violentos e perversos, ignorantes, dominadores, liberais e omissos.

A sociedade hoje em dia tem menosprezado os valores da família. Porém, não se esqueça de que você professa a verdadeira fé em Jesus Cristo. Portanto, lute contra estas atitudes carnais. Peça a Deus que ajude as famílias cristãs a preservarem os valores morais e espirituais.

A Bíblia diz que "o temor do Senhor é o princípio da sabedoria" (Provérbios 9.10). Se você deseja ser um pai sábio, então tema a Deus, exerça a autoridade e ensine a Palavra de Deus a seus filhos.

Leve sua família aos pés de Cristo, incentive os seus filhos a se esforçarem em busca da realização de seus sonhos. Incentive-os a serem cheios do Espírito Santo, a buscarem o fortalecimento e o discernimento espiritual, a respeitarem os pais, a fugirem das impurezas morais e a priorizarem o Reino de Deus.

"O conhecimento de Deus não é como a luz da lua, sob a qual adormecemos, mas como a luz do sol, sob a qual trabalhamos" - William Secker

Escrito por Pastor Álvaro Neto

quarta-feira, 15 de fevereiro de 2012

O Carnaval e a Vergonha do Evangelho



Em minha infância cristã, poucas estórias foram tão contadas como a de um jovem cristão e seu irresistível desejo de pular Carnaval – a defini como estória por não poder comprovar sua veracidade. Conta-se que este, sempre no período de Carnaval, se desviava e “curtia” os dias de folia regados a drogas, sexo, brigas e noites em claro. Ao término, ele regressava à igreja dizendo-se arrependido e disposto a “voltar” para Jesus. Em que isso resultou? Jesus, não mais disposto a aturar sua inconstância, teria tirado-lhe as pernas em um acidente automobilístico, impedindo-o de pular Carnaval. Desde então ele converteu-se e conta seu testemunho e a lição que aprendeu.

Pode parecer um pouco de exagero esse conto e questionáveis alguns pontos, mas não importa se essa estória é verídica.  Ela evidencia a indecisão, muito real e comum para alguns cristãos. E essa indecisão quase sempre vem acompanhada de uma clara vergonha do evangelho e em suas propostas, e a ilustração sobre o Carnaval é apenas um de tantos exemplos. Vergonha do evangelho. Temos de admitir: há pessoas que alimentam esse sentimento e nessa pequena reflexão, eu te pergunto: por que alguns cristãos vivem renunciando a própria identidade e ávidos por desfrutar das ofertas do mundo enquanto se escondem atrás de uma suposta espiritualidade? Não quero ser dogmático nesse assunto, mas há algumas respostas claras.

É fato que nós cristãos vivemos constantemente pressionados pelas posições que assumimos perante quase tudo em nossa sociedade. E essas posições são – ou deveriam ser – uma oposição à cultura que nos rodeia. Somos diariamente ridicularizados por nossas convicções acerca da fidelidade no casamento; da abstinência sexual antes dele; por não consumir drogas, lícitas ou ilícitas; por não festejar como o mundo festeja com todos os ingredientes que citei anteriormente. E, claro, o maior exemplo é o Carnaval que, nesses dias, tem pagãos se deleitando na festa da carne e a maioria dos cristãos enclausurados em retiros. Mesmo o evangelismo nesse período é uma clara mensagem de oposição.

Essa grande guerra a que o crente em Jesus está exposto – sobretudo nós jovens – diz muito sobre nossa firmeza na fé. Enquanto alguns se mantêm inabaláveis e não cedem a essas pressões, outros, no entanto, se entregam. Para estes o que fica evidente é que algumas verdades basilares do evangelho ainda não ganharam a dimensão que deveria em suas vidas. E sobre essas verdades, quero frisar uma. Vamos a ela:

“Por que não me envergonho do Evangelho, pois é o poder de Deus para a salvação de todo aquele que crê.” (Romanos 1.16.)

Se o apóstolo Paulo disse que não tinha motivo para se envergonhar do evangelho é por que, em seu tempo, para alguns, havia motivo para isso. O contexto dele é diferente do nosso, mas havia muitas similaridades em relação à oposição do mundo à pregação do evangelho e dos valores morais dominantes em sua época. Se para alguns crer em Jesus era motivo de piada; sobretudo, para os gregos com seu panteão e para os judeus que esperavam um rei poderoso, para Paulo isso era motivo de orgulho, de júbilo.

Por quê? Essa é a questão!

Há uma diferença enorme entre os crentes que assumem publicamente seu estilo contrário ao mundo e de acordo com a Palavra de Deus, e àqueles que, apesar de declararem crer em Jesus, vivem como se não o conhecesse ou se envergonham daquilo que ele exige de nós. A diferença está em como veem o evangelho. Para admitir a virgindade perante os amigos; para negar-se a consumir bebida alcoólica; para cumprir a fidelidade ao cônjuge e tantas outras coisas é necessário ver o evangelho como ele, de fato, é. E, como bem enfatizou Paulo, ele é o Poder de Deus para a salvação do homem.
Era isso que estava nítido para Paulo e que justificava sua vida por Cristo. Uma vez que ele tinha experimentado esse Poder, que havia sido transformado por ele e que o que valia era a nova vida que Cristo lhe ofertara, tudo mais havia se tornado inútil e a única coisa que o motivava era viver e desfrutar desse poder, que excede todo o nosso entender (Filipenses 3.8).

Logo, está explicado por que alguns sentem vergonha em “remar contra a maré”, enquanto outros o fazem com prazer. Para esses alguns, o evangelho não se tornou o centro de suas vidas; a futilidade do mundo ante a uma nova vida com Deus por meio de Jesus é algo desconhecido ainda; por fim, falta-lhes o amor quem vem do próprio Deus, em que tudo o que vem dele torna-se o nosso maior objetivo e prazer. Sem essas bênçãos do evangelho, admito, fica complicado renunciar ao mundo. Isso por que ele ainda exerce sua influência. Para completar esse raciocínio, seguem-se as palavras de Jesus:

“Aquele que tem os meus mandamentos e os guarda esse é o que me ama; e aquele que me ama será amado de meu Pai, e eu o amarei, e me manifestarei a ele.” (João 14.21.)

E como foi com Paulo deve ser conosco. O que define nosso cristianismo é a veracidade da nossa conversão. É ela – que é um presente de Deus, vale ressaltar – que nos faz odiar os manjares deste mundo. Se ainda não é assim, isso significa que o evangelho vivido é o anátema, humanista e o “da moda”. Queira Deus que você não esteja incluído no rol dos que se envergonham com as decisões que o evangelho nos exige ou no rol dos que ignoram essas decisões. Mas se for, o conselho é o seguinte: peça a Deus pelo seu poder revelado no evangelho. Ele, e não a religiosidade vendida por aí, é capaz de nos fazer amar sua vontade e de nos opor a essa cultura de afronta a Deus.
Apesar de eu destacar a questão do Carnaval com a pequena estória no início, essa questão se abrange para todas as áreas de nossa vida em que nossa fidelidade a Deus é posta à prova. Para não termos vergonha da proposta do evangelho, repito, somente o Poder de Deus em nós.
Para finalizar, eu não podia deixar de passar um recado que vi de uma amiga esses dias:

 Aos cristãos que desejam curtir o Carnaval, favor não se esquecerem de levar a máscara que carregam durante o ano, dentro da igreja.

 Escrito por Tiago Lino
www.tiagolinno.wordpress.com / www.twitter.com/tiagolinno
Colaborador do Lagoinha.com
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Postado por Débora Oliveira 
Fonte: aqui

terça-feira, 14 de fevereiro de 2012

Deus Ouve as Orações dos Justos


João 15.16: "Não me escolhestes vós a mim, mas eu vos escolhi a vós, e vos nomeei, para que vades e deis fruto, e o vosso fruto permaneça, a fim de que tudo quanto em meu nome pedirdes ao Pai Ele vos conceda".



Fomos escolhidos e salvos pelo Senhor Jesus para darmos fruto, mostrarmos ao mundo a luz que brilha em nós e darmos bom testemunho através de nossas atitudes como filhos de Deus. Se andarmos na luz, se obedecermos à Palavra de Deus, se estivermos em paz uns com os outros, unidos no mesmo propósito de servir e glorificar o nome do Senhor Jesus e trabalharmos com fé no Senhor da Seara, então as nossas orações serão respondidas.
  
Ele disse: "...tudo quanto em meu nome pedirdes ao Pai ele vos conceda". Deus inclina-se para ouvir a oração daquele(a) que é fiel e obediente. Portanto, aproveite este dia e ore ao Senhor apresentando-lhe as suas necessidades.

A Bíblia conta a história de pessoas que foram grandemente abençoadas porque demonstraram qualidades espirituais e as virtudes infundidas pelo Espírito Santo. É o caso de Ana, que após dar a luz, louvou ao Senhor (1Samuel 2.1-10); e do rei Ezequias, que teve prolongado os seus anos de vida após sua morte ter sido decretada (2Reis 20.1-6).

Como membro da Igreja de Cristo, reflita diante do mundo a luz que há em você. Procure fazer a diferença. Não ceda às vontades da carne, priorize o Reino de Deus e a Sua justiça, frutifique no Senhor, e você será abençoado com a vitória em Cristo.

"Deus está no trono, nós estamos aos seus pés, e entre nós e Ele há apenas a distância de um joelho" - Jim Elliot

Escrito por Pastor Álvaro Neto

sexta-feira, 3 de fevereiro de 2012

O Olhar de Luís Fernando Veríssimo Sobre o BBB



Que me perdoem os ávidos telespectadores do Big Brother Brasil (BBB), produzido e organizado pela nossa distinta Rede Globo, mas conseguimos chegar ao fundo do poço. A nova edição do BBB é uma síntese do que há de pior na TV brasileira. Chega a ser difícil encontrar as palavras adequadas para qualificar tamanho atentado à nossa modesta inteligência.
Dizem que Roma, um dos maiores impérios que o mundo conheceu, teve seu fim marcado pela depravação dos valores morais do seu povo, principalmente pela banalização do sexo. O BBB  é a pura e suprema banalização do sexo.

Impossível assistir ver este programa ao lado dos filhos. Gays, lésbicas, heteros...todos na mesma casa, a casa dos “heróis”, como são chamados por Pedro Bial. Não tenho nada contra gays, acho que cada um faz da vida o que quer, mas sou contra safadeza ao vivo na TV, seja entre homossexuais ou heterossexuais. O BBB  é a realidade em busca do IBOPE. 

Veja como Pedro Bial tratou os participantes do BBB . Ele prometeu um “zoológico humano divertido” . Não sei se será divertido, mas parece bem variado na sua mistura de clichês e figuras típicas.


Pergunto-me, por exemplo, como um jornalista, documentarista e escritor como Pedro Bial que, faça-se justiça, cobriu a Queda do Muro de Berlim, se submete a ser apresentador de um programa desse nível. Em um e-mail que recebi há pouco tempo, Bial escreve maravilhosamente bem sobre a perda do humorista Bussunda referindo-se à pena de se morrer tão cedo. Eu gostaria de perguntar se ele não pensa que esse programa é a morte da cultura, de valores e princípios, da moral, da ética e da dignidade.

Outro dia, durante o intervalo de uma programação da Globo, um outro repórter acéfalo do BBB disse que, para ganhar o prêmio de um milhão e meio de reais, um Big Brother tem um caminho árduo pela frente, chamando-os de heróis. Caminho árduo? Heróis? São esses nossos exemplos de heróis? Caminho árduo para mim é aquele percorrido por milhões de brasileiros, profissionais da saúde, professores da rede pública (aliás, todos os professores) , carteiros, lixeiros e tantos outros trabalhadores incansáveis que, diariamente, passam horas exercendo suas funções com dedicação, competência e amor e quase sempre são mal remunerados.
Heróis são milhares de brasileiros que sequer tem um prato de comida por dia e um colchão decente para dormir, e conseguem sobreviver a isso todo dia.

Heróis são crianças e adultos que lutam contra doenças complicadíssimas porque não tiveram chance de ter uma vida mais saudável e digna. Heróis são inúmeras pessoas, entidades sociais e beneficentes, Ongs, voluntários, igrejas e hospitais que se dedicam ao cuidado de carentes, doentes e necessitados (vamos lembrar de nossa eterna heroína Zilda Arns).

Heróis são aqueles que, apesar de ganharem um salário mínimo, pagam suas contas, restando apenas dezesseis reais para alimentação, como mostrado em outra reportagem apresentada meses atrás pela própria Rede Globo.

O Big Brother Brasil não é um programa cultural, nem educativo, não acrescenta informações e conhecimentos intelectuais aos telespectadores, nem aos participantes, e não há qualquer outro estímulo como, por exemplo, o incentivo ao esporte, à música, à criatividade ou ao ensino de conceitos como valor, ética, trabalho e moral. São apenas pessoas que se prestam a comer, beber, tomar sol, fofocar, dormir e agir estupidamente para que, ao final do programa, o “escolhido” receba um milhão e meio de reais. E ai vem algum psicólogo de vanguarda e me diz que o BBB ajuda a "entender o comportamento humano". Ah, tenha dó!!!

Veja o que está por de tra$$$$$$$$$$$$$$$$ do BBB: José Neumani da Rádio Jovem Pan, fez um cálculo de que se vinte e nove milhões de pessoas ligarem a cada paredão, com o custo da ligação a trinta centavos, a Rede Globo e a Telefônica arrecadam oito milhões e setecentos mil reais. Eu vou repetir: oito milhões e setecentos mil reais a cada paredão.

Já imaginaram quanto poderia ser feito com essa quantia se fosse dedicada a programas de inclusão social, moradia, alimentação, ensino e saúde de muitos brasileiros? (Poderia ser feito mais de 520 casas populares; ou comprar mais de 5.000 computadores)

Essas palavras não são de revolta ou protesto, mas de vergonha e indignação, por ver tamanha aberração ter milhões de telespectadores. Em vez de assistir ao BBB, que tal ler um livro, um poema de Mário Quintana ou de Neruda ou qualquer outra coisa..., ir ao cinema...., estudar... , ouvir boa música...., cuidar das flores e jardins... , telefonar para um amigo... , ·visitar os avós... , pescar..., brincar com as crianças... , namorar... ou simplesmente dormir. Assistir ao BBB é ajudar a Globo a ganhar rios de dinheiro e destruir o que ainda resta dos valores sobre os quais foi construído nossa sociedade
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Luís Fernando Veríssimo - Cronista Brasileiro

terça-feira, 31 de janeiro de 2012

Perdoado por Deus

"Meus filhinhos, estas coisas vos escrevo para que não pequeis; e, se alguém pecar, temos um advogado para com o Pai, Jesus Cristo, o Justo". 1João 2.1
 
 
Não devemos pecar. Porém, se por acaso pecarmos, podemos contar com um Advogado junto ao Pai, que é Jesus Cristo. Se você tem sido alvo de algum sentimento de culpa, ou se Satanás o tem acusado constantemente de pecados, aproveite este último dia do mês para orar a Deus pedindo-Lhe que se levante em sua defesa, advogue a sua causa e o purifique pelo sangue de Jesus.
 
No momento em que aceitamos a Cristo e confessamos e abandonamos os nossos pecados, tornamo-nos alvo das misericórdias de Deus e somos regenerados por Jesus Cristo. Através do seu sangue somos transformados em nova criatura.
 
Tome posse da vitória. Rejeite os hábitos da velha criatura. Revista-se das armas da luz. Vença as tentações e as hostes espirituias da maldade. Não pratique atos que desagradam ao Senhor. Submeta-se ao processo de regeneração, justificação e santificação, e seja absolvido de suas culpas pelo justo Juiz, Jesus Cristo, que tem poder de perdoar todos os nossos pecados.
 
Somente Ele tem poder para nos livrar da Grande Tribulação que está por vir a este mundo. Só ele que poderá nos dar a vitória e o gozo da vida eterna com Deus.
 
"O Calvário mostra como os homens podem ir longe no pecado, e como Deus pôde ir longe para salvá-los" Charles Trumbelle

Escrito por Pastos Álvaro Neto